Desde crianças que somos separados em dois grupos: aqueles que brincam com Hotwheels, e aqueles que brincam com Barbies. Normalmente esta separação coincide com o sexo da criança, mas há excepções…
Todos os seres humanos são propensos a apanhar o bichinho do gosto por automóveis. Alguns de nós mais que outros. Mas o que separa os homens das mulheres é o facto de nós gostarmos de carros como o Nissan Patrol, o Land Rover Defender ou a Toyota Hilux que, sejamos honestos, são feios como Manuela Moura Guedes sem maquilhagem. Gostamos destes carros não pelo que eles aparentam ser, mas por o que realmente são - máquinas inatascáveis. Gostamos de carros como o Aston
Martin DB9, o Maserati GranTurismo ou o Alfa Romeo GT porque são carros femininos, com linhas que nos lembram a Helena Coelho num chaise longue vestindo apenas algo do catálogo Victoria's Secret. Gostamos de carros como o Aston Martin DB9, o Maserati GranTurismo ou o Alfa Romeo GT porque são carros femininos, com linhas que nos lembram a Helena Coelho num chaise longue vestindo apenas algo do catálogo Victoria's Secret.
Gostamos também da opção de encomendar o nosso Catheram e montá-lo na nossa garagem, mesmo que a patroa não veja o porquê. E não me venham com a história do "eu conduzo um BMW por isso sou macho" - centenas de mulheres conduzem o BMW porque é prático e confortável. Se me disserem que conduzem um M3 E30 e que não se importam que algumas das raparigas que vêem na rua se riam, aí sim têm huevos!

O que eu não posso admitir é que existam homens aí nas ruas que se sentem à vontade em conduzir algo como um Citroën C3 Pluriel, um VW New Beetle descapotável ou até o Nissan Micra C+C. As razões são simples - são carros redondinhos, fofos e giros. Três adjectivos que nunca devem ser associados ao automóvel de um homem. Compraram um Mini? É o Cooper S com o kit John Cooper Works para o diferencial? Não? É descapotável? Ai é! Ah, então não é carro de homem.
Compraram um Mini? É o Cooper S com o kit John Cooper Works para o diferencial? Não? É descapotável? Ai é! Ah, então não é carro de homem.
A minha teoria é a seguinte: se forem na rua, na estrada, e encontrarem algum destes exemplares a ser dirigido por um homem é uma das seguintes situações: A. É o carro da namorada/mulher/amiga; B. É o mecânico; C. O carro foi roubado pelo indivíduo que o conduz. É simples, estas três opções cobrem todo o espectro de situações em que um homem se encontraria ao volante de tais carros. Acreditem, de futuro irão sair mais automóveis deste tipo. Se quiserem saber se estão a comprar um carro de rapariga perguntem a alguma mulher presente no stand o que pensa do carro. Se da boca dela saírem as palavras "redondinho", "giro" e "fofo", guardem o vosso dinheiro e comprem algo de que se possam orgulhar! JN
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