
O David numa pose que pede mesmo publicação no hi5. Feito.
sar nas nossas caras-metade que desejávamos que estivessem ali connosco. O mais importante não foi o destino, mas a viagem. tudo sobre automóveis

O David numa pose que pede mesmo publicação no hi5. Feito.
sar nas nossas caras-metade que desejávamos que estivessem ali connosco. O mais importante não foi o destino, mas a viagem.
cionar três Smart ForTwo. Ok, se quiserem levar a trouxa quando forem de férias mais vale escolherem uma estância para nudistas, a mala é minúscula. Mas no dia-a-dia, na azáfama da cidade, o Smart mostra trunfos. Além do mais é estúpidamente económico. Motor de 800cc hoje em dia é uma mais-valia para a carteira. Além do mais é um Mercedes, o que é muito bom quando se compara à concorrência. Mas honestamente, um Smart ForTwo não faz maravilhas pela nossa masculinidade. Mas felizmente há uma versão ligeiramente mais desportiva, o Roadster.

Desculpem saltar de tema, mas vou voltar ao Punto. Mas gostei, muito. Mesmo. Aconselho vivamente a quem queira um carro que não vos vai entediar. Esqueçam os franceses da Renault, Peugeot, Citroën e afins, ou mesmo os alemães mascarados de espanhóis da Seat. Querem um carro bonito, mas bonito mesmo? Vão a Itália! Punto final.
A última vez que estive ao volante do Série 1 foi há cerca de mês e meio - um 120d. Esta versão em específico tem um motor 2.0 diesel (1995cc), que desenvolve 177cv às 4.000rpm e 350 N-m de binário disponível a partir das 2.000rpm. A acelaração dos 0 aos 100 km/h dá-se em 7.8 (longos) segundos e tem 228 km/h de velocidade máxima. Ok, não é exactamente a versão mais desportiva, mas deu a ideia do que esperar do automóvel. Este 120d também é surpreendentemente limpo e económico, com uma média de 4.4l/100km. Por fora tem um design agradável. Não é apaixonante como o Série 6 (eu gosto do desenho da traseira, digam o que disserem) mas desperta aquele sentimento bom ao vê-lo.
A melhor cor para o Série 1 é definitivamente o preto, com as jantes de liga leve V 217 de 18". Enfim... São gostos. Comparativamente não é o mais bem parecido do seu segmento - o Audi A3 Sportback tem essa honra. No interior o desenho segue o exterior. É bom, mas não é óptimo, como se esperava de um BMW. Temos bastante espaço e a posição de condução é a ideal. A versão com menos "engenhocas" é suficiente para quem gosta de um carro feito para conduzir! Só tenho um reparo a fazer: a posição do travão de mão podia ser melhor, está demasiado perto do banco. A caixa de 6 velocidades manual satisfaz o mais sporty dos condutores. A qualidade dos acabamentos é soberba. Este Série 1 é construído como todos os bons carros alemães - sólido como uma rocha! Muito melhores do que aqueles encontrados num Opel Astra ou Ford Focus.
Imagens: BMW Portugal
O novo MINI, relançado pela BMW depois de adquirir a marca, já não é novidade: MINI One para as senhoras que sempre o acharam "adorável" e que querem uma opção económica, e o MINI Cooper S para os rapazes que acham que cruzar o carro do Mr. Bean com um foguetão é boa ideia. Pois agora há outra opção: o MINI Cooper D.Por fora é exactamente igual a qualquer exemplar da mais recente versão do pequeno inglês. O primeiro MINI a diesel tem nada mais nada menos que um 1.6 de 4 cilindros com 16 válvulas e desenvolve 110 cv às 4000 rpm. Nada mau para um carro que pesa pouco mais de uma tonelada.
Mas o ponto forte do motor a diesel são os seus 240 N-m de binário (260 em overboost) disponível logo às 2000 rpm que o seu pequeno motor desenvolve, o que parece mais que suficiente para as necessidades de um carro tão pequeno. A acelaração não é má, indo dos zero aos 100 km/h em 9.9 segundos. E tendo em conta que o consumo misto é de 4.4 lt /100 km as coisas parecem melhorar.
A caixa de 6 velocidades manual é, na minha opinião, demasiado. Tendo em conta o limite do motor uma caixa de 5 velocidades seria suficiente - mas sendo este MINI um alemão infiltrado em terras de Sua Majestade a BMW optou por primar na performance... Num MINI... Diesel.
Esperamos agora pela opção de uma caixa automática, pois este não é exactamente um desportivo. Quando estamos num MINI Cooper D queremos estilo, economia e conforto. A caixa manual adapta-se mais ao estilo de condução num Cooper S, por exemplo. Mas também há que olhar ao orçamento do comprador. Uma caixa automática iria aumentar o preço de um automóvel que só por si já é algo caro - começando nos 26.500€. Mesmo assim é (bastante) mais bonito e mais charmoso que um BMW Série 1, é mais ilustre do que um Smart Rodaster, é mais exclusivo que o agora extinto MG TF e bem melhor que qualquer proposta vinda do oriente. Por isso é uma opção válida para quem quer algo diferente, sem sair muito do conformismo. JN
Site oficial MINI: http://www.mini.pt/

Em 2001 o mundo viu o renascer de uma marca que fez vibrar muitos rapazes durante os anos 90 , incluindo a mim próprio - e que dominava os posters pendurados nas paredes do quarto: a Lamborghini. Conhecida principalmente pelas suas máquinas "vistosas" e rápidas, foi adquirida pelo grupo VW, que por sua vez transformou o que anteriormente era apenas "fogo de vista" numa autêntica explosão!
O LP640 é a evolução do Murciélago de 2001, com o seu "humilde" V12 e tracção às quatro rodas. Apresentado em março de 2006 durante o Salão Automóvel de Genebra, o Murciélago viu o seu V12 passar de 6.2 para 6.5 litros, um aumento no binário de 10 N-m para os 660, e a potência de 580 para 633cv. E em vez de ir dos 0-100 em 3.8 segundos, agora este monstro consegue fazê-lo em 3.4 segundos!
Desde 2001 que os Lamborghini estão mudados. Tanto o Murciélago como Gallardo (que vê agora também uma actualização com a versão Superleggera) perderam algo daquela mística que os separava do Ferrari F40 ou do Testarossa. Estão ligeiramente mais bonitos... Agora todas aquelas linhas fazem sentido. E as entradas de ar do motor, em vez de tentarem imitar um F14 parado num porta-aviões, só abrem quando necessário a altas velocidades. O que faz dele um carro eficiente também. Mas não se iludam - continua a ser um espectacular automóvel, diferente de tudo o que já foi feito! JN

Velocidade:
do Lat. velocitate
s. f.,
qualidade de veloz;
distância percorrida na unidade de tempo;
celeridade;
presteza;
Veyron.
É difícil encontrar palavras ou expressões para o descrever. O carro de produção mais veloz do mundo. Bugatti Veyron.
Motor W16 de 8.0 litros com quatro turbocompressores com quatro filas de quatro cilindros cada. 1001 cavalos de potência. Velocidade máxima registada de 407.5 km/h. Acelaração dos 0 aos 100 em 2.5 segundos. Tracção às quatro rodas. Caixa manual sequêncial de 7 velocidades com embraiagem dupla. 1890 kg de peso e uma relação peso/potência de 529cv por tonelada. Binário máximo de 1250 N-m.
Quase impossível de conceber.
O enorme motor gera uma grande quantidade de calor (como é possível de imaginar). Por isso, e citando James May, "é por isso que o seu carro tem um radiador, e este carro tem dez".

Aposto que quase todos já vimos pelomenos uma geração do Golf, talvez até mais. Muitos de nós até já o conduzimos, e gostámos. Como todos os carros alemães é sólido, fiável e confortável. Serviu até de base para o anterior Audi TT. Gostamos do Golf. Estão a ver tudo o que sabem sobre o Golf? – Esqueçam.

Este é o Golf GTI W12. Sim, W12. Não, não me enganei, W12. Não estão a ver? Ok. Imaginem um V6. Potente, desportivo, e… Potente. Agora metam dois V6 lado a lado. O resultado? - ISTO!

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